Notícia: Novidades sobre o futuro de uma grande enciclopédia!

14 Mar

O que vocês acham dessa notícia?

http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2012/03/13/after-244-years-encyclopaedia-britannica-stops-the-presses/

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3 Responses to “Notícia: Novidades sobre o futuro de uma grande enciclopédia!”

  1. mmferreira72 March 21, 2012 at 12:30 am #

    Obrigada, Carla, pelo post. Muito interessante. O texto suscita questões prementes das quais não podemos fugir de pensar, de discutir conosco mesmo, com os mais entendidos e com nossos alunos: o impresso x o digital, o que traz qualidade ao conhecimento produzido, o modo de vida atual e como ele afeta a produção e a veiculação desse conhecimento. A Enciclopédia Britânica pode continuar existindo on line, em dvd, cd , nas nuvens, mas o seu modo de produção não vai se alterar: a produção dos verbetes por experts na área e não num processo colaborativo e com menos controle de qualidade como na wikipedia. Para a Britannica deve importar a qualidade acima de tudo e não a corrida frenética para estar atualizada a qualquer custo. Isso deve estar claro para a sociedade, para os pais, para os alunos e para nós professores. Não acho que o princípio da wikipedia seja ruim, mas entre inovação, cooperação e qualidade no que diz respeito à divulgação do conhecimento eu fico com o último. A wikipedia passou, a meu ver, a ser considerada A ÚNICA fonte de pesquisa para os alunos , ou por ser mais acessível,ou por ser mais fácil de ler (?), ou por ser mais barata. Mas não é a melhor e a mais confiável alternativa para pesquisa.
    O ritmo frenético em que vivemos com uma quantidade enorme de informação despejada todos os dias sobre nossas cabeças simplesmente nos faz sermos menos competentes para ler, para entender, para processar, para fazer sentido das experiências que vivemos. Estamos vivendo no automático. E a wikipedia pode estar contribuindo para isso. Eu como pesquisadora e portanto produtora de conhecimento, sinto a pressão dos órgãos para ser rápida , atualizada quase instantaneamente (se é que isso é possível) mas isso não é sinônimo de qualidade.
    fiquemos atentos a isso.
    esse texto poderia ser discutido em sala com os nossos alunos para refletir sobre o conhecimento gerado pela enciplopédia britânica e pela wikpedia, o ritmo frenético de produção de conhecimento (para quê, para quem, quem ganha com isso, quais as consequências disso? estamos ficando mais informados e e mais inteligentes com isso?)
    Eu achei no site do Mec esse link http://escola.britannica.com.br/ . Segundo o Mec as escolas públicas podem acessar esse portal da britânica para pesquisas . Eu não pude testar por não ter senha e log in. Voces poderiam verificar essa informação e verificar se voces tem acesso a esse recurso e nos informar???
    boa semana, gente.

  2. teachernc March 15, 2012 at 12:14 am #

    Olá, Carla. Olá colegas.

    Acho que estamos entrando em “terreno novo” onde ainda não dominamos completamente. Com o cessar da impressão de documentos importantes como enciclopédias, como ficará a documentação de todo o conhecimento humano? Sabemos que as mídias digitais não são perenes, basta um site sair do ar para perder-se todo o conteúdo dele. Mesmo as mídias “físicas” de leitura ótica como Cds e Dvds tem uma vida útil limitada, de aproximadamente 20 anos. Assim, estaremos condenados a fazer “back-up” eternamente? Não sei, gostaria de conhecer/saber mais a respeito. Penso que este assunto deve ser discutido à exaustão. Abs, Neusa

    • Carla D'Elia March 16, 2012 at 2:12 am #

      Sim, concordo com o fato de que ainda não dominamos esse “terreno” completamente e adiciono que pelo fato da tecnologia mudar tão constantemente e rapidamente, é possível que a gente sempre tenha esse sentimento de que ainda há muito a ser conhecido. Mas acho que as mídias físicas, como chamou, também são bastante vulneráveis. Basta lembrar os famosos e históricos incêndios de bibliotecas no mundo (a bibioteca de Alexandria é um exemplo clássico). O deixar de existir no papel (tradicional) pode dar uma sensação de perda, mas há o ganho da inovação, da criação humana, do desenvolvimento (mesmo que não signifique progresso) do ser humano.

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