Professor é acomodado? Grupo: Dayane, Najla, Gerçon e Fábio

12 Jul

A mídia vem criando a imagem na qual a qualidade da educação está condicionada à figura do professor, assim veicula campanhas nas quais o professor-modelo consegue ensinar devido ao seu esforço incomum, os demais são aqueles que não querem a educação, são acomodados. A argumentação criada deixa a opinião pública sensibilizada e causa nos professores a tarefa de resolver individualmente todos os problemas da educação. O que você acha, é a favor ou contrário a essa imagem criada?Miss G

63 Responses to “Professor é acomodado? Grupo: Dayane, Najla, Gerçon e Fábio”

  1. luzgomes17 July 12, 2013 at 8:02 pm #

    O professor na mída é visto como o cara que destrói a educação, no entanto ele é vitima desse sistema podre que fez muits morrerem em sala de aula e outrso autarem sozinhos. O professor não é mesmo herói, mas acomodado isso não é mesmo.

  2. Raquel Durães July 12, 2013 at 7:59 pm #

    Prezada Cida Azevedo,

    Em nenhum momento meu argumento foi evasivo tampouco supérfluo, o raciocínio foi embasado em DADOS REAIS existentes em meios de comunicação de alta confiabilidade e órgãos educacionais competentes. Cabe salientar que seu comentário soou leviano e sem quaisquer comprometimento com a causa EDUCACIONAL e pensando assim, quero acreditar que milita em causa própria.

    Cordialmente.

    Raquel Durães

    • cidazevedo July 12, 2013 at 8:04 pm #

      ???
      Não entendi.
      Qual comentário foi leviano?
      Militar em causa própria? Qual seria minha causa, exatamente? Hahaha

      Prezada Raquel, quem está levando para o lado pessoal é você, tanto que passou a me nomear nas suas postagens. Lamentável como apenas discordar do seu ponto de vista a deixou tão frustrada, e como sua maneira de argumentar é atacar seu oponente, não suas ideias.

      Se quer ganhar no grito, eu me rendo. Essa discussão deixou de ser produtiva faz tempo. Mas apenas fazendo uma compilação de seus comentários: “mimimi”, “blablabla”, “leviano”, “lavagem cerebral”, todos foram termos utilizados por você e que, a meu ver, soam infantis e incoerentes com alguém que se diz “embasado”.

      Sem mais,

      Cida.

  3. Dienbinsken July 12, 2013 at 7:57 pm #

    Médicos, dentistas, advogados e outros profissionais não precisam comprovar amor filial à profissão, a própria formação deles faz com que a sociedade os veja dessa forma. tampouco eles defendem sacrifício solitário para o desempenho de suas funções, já para o professor espera-se amor, paixão, sacrifício, abnegação, aceitação das péssimas condições e ainda tem que estar contente, sorridente e feliz com suas condições. afinal quem reclama é porque é despreparado.
    Somos profissionais também! Quero antes ser taxado de incompetente a ser massacrado por uma pseudo-ideologia que me oprime e ata meus olhos e mãos a não lutarem e esperar contente que as condições melhorem e todos SEJAM FELIZES!

    • cidazevedo July 12, 2013 at 8:00 pm #

      Perfeito!

      Carreira docente não é carreira religiosa!

  4. Raquel Durães July 12, 2013 at 7:48 pm #

    Prezada Cida Azevedo,
    “Acuidade apurada” no contexto inserido, entende-se como a capacidade de interpretar nas entrelinhas que o discurso não cabe a profissionais que se esmeram e demonstram seu efetivo valor como docente gabaritado.
    Argumentação é diferente de convencimento por meio de uma lavagem cerebral ou influência de uma suposta “massa” que não é unida.
    Tais argumentos citados por mim são comprovações documentais e práticas infelizmente apresentadas em terras tupiniquins.
    Decerto, ratifico um debate democrático no campo das ideias e dados estatísticos convincentes sem beneficiar grupo A ou B.
    Um abraço cordial.

    Raquel Durães

    • cidazevedo July 12, 2013 at 7:58 pm #

      Raquel,

      Não sei se os profissionais que se esmeram, para usar suas palavras, se sentem confortáveis com a maneira como você colocou as coisas. Vendo os comentários dos colegas, creio que não. Somos todos capazes de ler nas entrelinhas, mas quanto mais claros pudermos ser em nossas colocações, menor o risco de mal entendidos.

      Não entendi o que você quis dizer por “lavagem cerebral”, aliás, gostaria que me explicasse, se possível.

      De qualquer forma, todos sabemos que a situação da educação no país é alarmante, e já o sabíamos antes dos dados apresentados por você. A questão é: até que ponto a “culpa” disso é do professor? Realmente vejo, em minha experiência de míseros seis anos como docente, que há colegas dentro do perfil citado por você, tanto no sistema público como nas escolas particulares. Mas isso é tudo?

      Acho apenas que, nesse caso, simplificar a questão é reduzi-la, e de maneira pouco eficiente.

      Abs,

      Cida.

  5. Raquel Durães July 12, 2013 at 7:31 pm #

    Caros coleguinhas,
    Apenas para relembrá-los, aqui é um espaço de argumentação e não uma negociação.
    (Nick – Thank you for smoking).
    Vamos dialogar com um debate democrático no campo das ideias.

    • julianazsm July 12, 2013 at 7:38 pm #

      aí sim Raquel!
      não podemos perder o foco!

    • fernandesdayane July 12, 2013 at 7:53 pm #

      Sim, concordo. Em momento algum se travou, da parte do grupo moderador, uma competição, ou uma negociação. Continuamos no diálogo e estamos sempre abertos. A questão é apenas a seguinte: até onde vão seus argumentos para defender seu ponto de vista? A intenção é apenas sair com a ideia de que ganhou “no grito” e que as outras argumentações foram derrotadas?
      Quero poder mudar de opinião se necessário, mas que eu possa trocar minhas convicções por outras melhores e mais bem embasadas, e não apenas “porque minha opinião é melhor do que a sua”

      • cidazevedo July 12, 2013 at 7:59 pm #

        Falou tudo, Dayane!

        Quando há argumentos embasados, não há necessidade de agressividade ou arrogância, muito menos de desprezar ou desmerecer comentários de outros colegas.

  6. maiadenise2013 July 12, 2013 at 7:30 pm #

    Discordo do discurso de que o professor da rede pública é acomodado. Não é preciso lecionar em várias escolas do governo para saber que nelas há educadoras da rede particular também. Falar que a questão é a incompetência do professor é cômodo, o que deve ser observado é que hoje o ensino prioriza apenas questões emocionais e psicológicas. Os educadores não são preparados para resolver essa situação familiar, cabe sim a ele o processo de ensino e não ficar dourando a pílula como alguns insistem em fazer apontando o fracasso escolar ao domínio de conteúdo do professor.

  7. cidazevedo July 12, 2013 at 7:29 pm #

    Raquel,

    Acho que você não entendeu o que postei, ou se perdeu no seu argumento. Me posicionei contra qualquer generalização, para o bem ou para o mal. Digo e repito: generalizar é sinal de ignorância. Você falou em dados estatísticos (?), e eu pedi que mostrasse dados que comprovassem tal generalização. Como a reportagem que você postou não prova nada a respeito do que eu disse, proponho um novo raciocínio:

    Se você defende que todos os professores são despreparados, etc., e partindo do princípio de que você é professora, você também é despreparada e incapaz? Suponho que não. Ou, caso se veja assim, deve conhecer algum profissional que admira, pelo menos. Logo, só prova minha tese de que toda generalização é furada.

    • Raquel Durães July 12, 2013 at 7:35 pm #

      Não é generalização é dado estatístico! As pesquisas apontam que são a maioria dos professores mas não são TODOS. Peço que na ocasião da leitura interprete minhas palavras com acuidade apurada.

      • cidazevedo July 12, 2013 at 7:39 pm #

        Quem interpretou sem acuidade foi você, já que discordou da ideia de generalização apenas para, agora, concordar que não são “TODOS”, o que defendo desde o início.😉

    • Raquel Durães July 12, 2013 at 7:57 pm #

      Em nenhum momento meu argumento foi evasivo tampouco supérfluo, o raciocínio foi embasado em DADOS REAIS existentes em meios de comunicação de alta confiabilidade e órgãos educacionais competentes. Cabe salientar que seu comentário soou leviano e sem quaisquer comprometimento com a causa EDUCACIONAL e pensando assim, quero acreditar que milita em causa própria.

  8. gerconcardoso July 12, 2013 at 7:18 pm #

    Não concordo quando dizem que o professor é acomodado; na realidade falta incentivo por parte dos nossos governantes, esse incentivo pode começar pelo salário mas na realidade não é só isso, o professor precisa de melhores condições de trabalho: espaço físico organizado, e que se adequa a nova realidade. Pergunto, como se motivar se o professor só tem um quadro negro todo quebrado e um giz branco? E ouvir que não têm dinheiro para investir em novas tecnologia para facilitar a vida do profissional e do aluno. Mas ao mesmo tempo bilhões são gastos em estádios. Assim fica difícil…

  9. diegoteodoro July 12, 2013 at 6:52 pm #

    Qualquer um que conheça a rede pública, principalmente, já observou que a maioria dos profissionais da educação são incompetentes. Se não fossem os baixos salários e as condições precárias grande parte dos professores não estariam em sala de aula.

    • Dienbinsken July 12, 2013 at 6:54 pm #

      Então culpar o professor resolve o problema da educação, esse não é o argumento usado pelo sistema neoliberal?

    • cabralsolangeSolange July 12, 2013 at 7:33 pm #

      Querido Diego segundo estatísticas da APSCP a educação no Brasil está falida e os poucos professores que se sujeitam a trabalham na rede pública são muito competentes até porque temos que ser artistas dar aulas com 45 alunos na sala e todos os recursos: giz e lousa.

      • diegoteodoro July 12, 2013 at 7:39 pm #

        Falou certo se viram, do jeito que dá. Isso é competência? Na rede pública há recursos sim, a questão é adequação. Você não concorda que a maioria é desatualizada? Veja os resultados das provas do OFA, qual a porcentagem de aprovação? E os efetivos, são atualizados?

  10. diegoteodoro July 12, 2013 at 6:40 pm #

    Pela minha experiência concordo que os professores são acomodados sim, principalmente os que já possuem uma certa estabilidade. Raros são os que procuram se diferenciar, se atualizar, se adequar a tecnologia etc.

    • Dienbinsken July 12, 2013 at 6:48 pm #

      Então a boa educação sai da boa vontade e superação de um único indivíduo, qual é o papel do Estado então?

    • marcirej July 12, 2013 at 7:20 pm #

      …sempre haverá profissionais e PROFISSIONAIS, que se importam e se comprometem a realizar um trabalho efetivo, por isso estamos aqui discutindo o nosso papel.

      • cidazevedo July 12, 2013 at 7:24 pm #

        É isso que tenho defendido: toda generalização é perigosa. Há sim professores comprometidos e dedicados, como há os acomodados, infelizmente. Espero que nenhum de nós aqui se enquadre na segunda categoria🙂

  11. cidazevedo July 12, 2013 at 6:37 pm #

    Gente, cuidado: toda generalização é perigosa, e sinal de ignorância.
    Assim como é ridículo falar que “professor é acomodado”, é igualmente ingênuo achar que é uma classe intocável, que todos são dedicados, ou bem formados, ou gostam do que fazem…

    • Raquel Durães July 12, 2013 at 6:46 pm #

      Ignorância é falta de conhecimento e dentro deste contexto sua referência torna-se incabível. Falo com base em DADOS ESTATÍSTICOS e não é nada aleatório. Chega de mimimi e blablabla, vamos trabalhar!

      • cidazevedo July 12, 2013 at 6:54 pm #

        Então, mostre-nos seus DADOS ESTATÍSTICOS que provam qualquer generalização aqui feita. Se os professores são 100% dedicados ou 100% acomodados, prove.

        Blablabla e mimimi é falar em fontes sem citá-las diretamente, e tentar ganhar no grito quando faltam argumentos.😉

      • fernandesdayane July 12, 2013 at 6:59 pm #

        Dados estatísticos? Voltemos um pouco a questão argumentativa.
        Você é estatística? Sabe como funciona coleta e tabulação de dados? Não está fazendo como muitos que escrevem e falam o que lhes vem na cabeça utilizando de dados numéricos que sequer sabem o contexto do qual foram retirados?
        Realmente, vamos trabalhar! Criticar outros colegas, dizendo que são despreparados, que não deveriam estar em sala de aula, e que escolheram o magistrado por ser mais fácil ou barato, é ajudar em que no debate mais exatamente?

      • Raquel Durães July 12, 2013 at 7:18 pm #

        Segue reportagem que comprova tal afirmação de minha parte. Um parágrafo diz que entre os mais graduados e qualificados na Finlândia está o professor (NA FINLÂNDIA)
        Desculpe a franqueza mas no Brasil a classe trabalhadora mais desqualificada e desunida é a do professorado. Entre no site do PISA e veja os gráficos e estudos de pesquisadores altamente gabaritos que reafirmam o que digo.
        Por que o sistema de educação da Finlândia é tão reverenciado
        Paulo Nogueira 12 de junho de 2013
        As crianças finlandesas estão sempre no topo das competições internacionais. Veja aqui abaixo por quê.

        Tottijärven+koulu+Nokia+iPad-hanke+091112

        Acaba de sair um levantamento sobre educação no mundo feito pela editora britânica que publica a revista Economist, a Pearson.

        É um comparativo no qual foram incluídos países com dados confiáveis suficientes para que se pudesse fazer o estudo.

        Você pode adivinhar em que lugar o Brasil ficou. Seria rebaixado, caso fosse um campeonato de futebol. Disputou a última colocação com o México e a Indonésia.

        Surpresa? Dificilmente.

        Assim como não existe surpresa no vencedor. De onde vem? Da Escandinávia, naturalmente – uma região quase utópica que vai se tornando um modelo para o mundo moderno.

        Foi a Finlândia a vencedora. A Finlândia costuma ficar em primeiro ou segundo lugar nas competições internacionais de estudantes, nas quais as disciplinas testadas são compreensão e redação, matemática e ciências.

        A mídia internacional tem coberto o assim chamado “fenômeno finlandês” com encanto e empenho. Educadores de todas as partes têm ido para lá para aprender o segredo.

        Se alguém leu alguma reportagem na imprensa brasileira, ou soube de alguma autoridade da educação que tenha ido à Finlândia, favor notificar. Nada vi, e também aí não tenho o direito de me surpreender.

        Algumas coisas básicas no sistema finlandês:

        1)Todas as crianças têm direito ao mesmo ensino. Não importa se é o filho do premiê ou do porteiro.

        2)Todas as escolas são públicas, e oferecem, além do ensino, serviços médicos e dentários, e também comida.

        3) Os professores são extraídos dos 10% mais bem colocados entre os graduados.

        4) As crianças têm um professor particular disponível para casos em que necessitem de reforço.

        5) Nos primeiros anos de aprendizado, as crianças não são submetidas a nenhum teste.

        6) Os alunos são instados a falar mais que os professores nas salas de aula. (Nos Estados Unidos, uma pesquisa mostrou que 85% do tempo numa sala é o professor que fala.)

        Isto é uma amostra, apenas.

        Claro que, para fazer isso, são necessários recursos. A carga tributária na Finlândia é de cerca de 50% do PIB. (No México, é 20%. No Brasil, 35%.)

        Já escrevi várias vezes: os escandinavos formaram um consenso segundo o qual pagar impostos é o preço – módico – para ter uma sociedade harmoniosa.

        Não é à toa que, também nas listas internacionais de satisfação, os escandinavos apareçam sistematicamente como as pessoas mais felizes do mundo.

        Para ver de perto o jeito finlandês de educar crianças, basta ver um fascinante documentário de 2011 feito por americanos.

        Comecei a ver, e não consegui parar, como se estivesse assistindo a um suspense. Achei no YouTube uma cópia com legendas em espanhol. Está no pé deste texto.

        Todos os educadores, todas as escolas, todas as pessoas interessadas na educação, no Brasil, deveriam ver e discutir o documentário.

        Quanto antes.

      • cidazevedo July 12, 2013 at 7:22 pm #

        Mas Raquel, com todo o respeito, acho que você não soube interpretar o que escrevi. Critiquei a GENERALIZAÇÃO que vi em alguns posts, tanto para um lado como para o outro. Seu texto e suas referências não provam que estou errada nem justificam seu tom na resposta ao meu comentário.

        Aliás, se você realmente acredita nessa generalização de que todo professor é despreparado, você também se inclui na classe, suponho? Se não, então você automaticamente já concorda comigo quando digo e REPITO: generalizar é sinal de ignorância sim.

      • cidazevedo July 12, 2013 at 7:30 pm #

        Raquel,

        Acho que você não entendeu o que postei, ou se perdeu no seu argumento. Me posicionei contra qualquer generalização, para o bem ou para o mal. Digo e repito: generalizar é sinal de ignorância. Você falou em dados estatísticos (?), e eu pedi que mostrasse dados que comprovassem tal generalização. Como a reportagem que você postou não prova nada a respeito do que eu disse, proponho um novo raciocínio:

        Se você defende que todos os professores são despreparados, etc., e partindo do princípio de que você é professora, você também é despreparada e incapaz? Suponho que não. Ou, caso se veja assim, deve conhecer algum profissional que admira, pelo menos. Logo, só prova minha tese de que toda generalização é furada.

      • fernandesdayane July 12, 2013 at 7:35 pm #

        Peço que volte ao tal documento e releia-o com atenção: analise criticamente os tópicos levantados sobre “Algumas coisas básicas no sistema finlandês”. Reflita criticamente não apenas o que está neste conteúdo, mas qualquer texto jornalístico, em especial os polêmicos. Manipulação, como se sabe, é vastamente praticada em textos argumentativos de uma maneira geral. Mesmo que digam “fontes altamente confiáveis”, há a possibilidade de se descontextualizar dados a favor do seu argumento, ou utilizar apenas partes e aspectos que sejam convenientes.
        Dentre os tópicos listados estão questões sistêmicas, que dizem respeito a sociedade como um todo.
        Dizer que grande parte do professorado é “burro” de maneira bem escrita e enfática, apenas esconde uma falta de maior abrangência em relação a toda uma rede histórica sócio-política, uma reflexão a respeito de alguns porquês; por que pessoas escolhem o magistrado por ser mais “fácil” ou o caminho mais curto, por que eles, mesmo despreparados, são selecionados para os cargos e lá permanecem, por que você, aparentemente não integrante do grupo dos “incapazes para estar em sala de aula”, trabalhada lado-a-lado com tais profissionais de “baixo gabarito”? Reflexão serve para todos, principalmente aqueles que exigem tal ação de terceiros, assim como atitude.

    • cidazevedo July 12, 2013 at 7:19 pm #

      Concordo, Dayane!

      Além do mais, não interessam os motivos que levaram cada um de nós à sala de aula: um bom professor não é fruto de vocação, mas de um trabalho árduo e contínuo, e todos podemos sempre melhorar.

  12. olivertina July 12, 2013 at 6:37 pm #

    A visão romântica do professor que trabalha por idealismo é inconcebível, pois o professor precisa investir em sua formação, e consequentemente precisa ter um salário digno para que isso seja possível. A ideia de ser um “educador” por idealismo é manobra política de gestores que não querem investir na educação como o principal elemento para o desenvolvimento cultural na sociedade.

    • fernandesdayane July 12, 2013 at 6:53 pm #

      Pode ser que a ideia romântica de “professor-Helena” ou “professor-Miss G.”, como alguns expressam, seja uma manobra política de gestores que se eximem de seus deveres, mas gostaria de saber se para você não deve haver qualquer tipo de idealismo no trabalho de um professor, afinal de contas ele deve escolher essa profissão apenas para “pagar as contas”?

      • olivertina July 12, 2013 at 7:25 pm #

        Todos tem uma “hipoteca” para pagar, penso que o professor deve ter um idealismo, mas muito bem recompensado monetariamente.

    • luzgomes17 July 12, 2013 at 7:18 pm #

      Concordo! Quando recebemos salários mais dignos, podemos investir em cursos. Idealismo é bonito, mas não enche barriga. No entanto, não podemos deixar que as condições nos abata e nos desistimule a fazer o nosso papel.

      • olivertina July 12, 2013 at 7:26 pm #

        luzgomes17-Com certeza, pois sem o brilho no olhar, nada faremos!

      • cabralsolangeSolange July 12, 2013 at 7:58 pm #

        Como é que o professor vai se reciclar como diz o Serra somos quase uma garrafa pet me sinto uma pet amassada rsrsrs, o salário que ganhamos mal da pra gastar no mercado quem dirá em cursos!!!

  13. evelinecavalcante July 12, 2013 at 6:34 pm #

    Creio que acomodados sejam os governantes que não conseguem enxergar as demandas da sociedade e suas mazelas. Está sendo necessário o povo mostrar, nas ruas, o que deve ser feito.

  14. deia143 July 12, 2013 at 6:27 pm #

    Concordo com a Juliana, só quem está dentro da sala de aula, sabe o que acontece. Hoje os alunos vão para escola desmotivados, acreditam que a escola é ponto de encontro. a culpa é do professor??? Quem disse que professor é acomodado, não é o verdadeiro professor!

    • julianazsm July 12, 2013 at 6:28 pm #

      🙂

    • fernandesdayane July 12, 2013 at 6:32 pm #

      Mas, se apenas quem está dentro da sala de aula sabe o que acontece, como mudar essa situação? Como fazer com que o que está enclausurado em muros escolares alcance a sociedade como um todo? Como partilhar as angústias, dificuldades, agruras sofridas por um professor?

    • julianazsm July 12, 2013 at 6:38 pm #

      aeeeeeee🙂

  15. lidianerosa2010 July 12, 2013 at 6:25 pm #

    O professor não é acomodado. Acomodados são os nossos líderes políticos que usam aviões da FAB para ir ao trabalho – trajeto de 15 minutos – ou ainda bancar com dinheiro PÚBLICO viagens aéreas para ir a casamento de familiares, assistirem jogos de futebol! …. Isso é ser ACOMODADO!

  16. prodora July 12, 2013 at 6:23 pm #

    Totalmente contra, como a amiga Juliana comentou, essas pessoas que criticam NUNCA tiveram em uma sala de aula com 35 ou mais adolescentes com um giz e um diário de classe na mão….é fácil falar e escrever palavras empoadas quando não se conhece a prática!

    • julianazsm July 12, 2013 at 6:27 pm #

      🙂

    • cidazevedo July 12, 2013 at 6:34 pm #

      Só discordo quando você diz que quem critica nunca esteve nessa situação. Não é verdade. Muitos que estão nessa situação, e até lutam para mudá-la, criticam os que estão a seu lado sem fazer o mesmo. Nem todo mundo vê o mundo da mesma forma. Acho falta de argumento atacar que tem determinada visão por onde ele esteve ou não esteve. Fale contra as IDEIAS, não contra as PESSOAS, e seu argumento será mais forte.😉

    • cabralsolangeSolange July 12, 2013 at 7:55 pm #

      Concodo com você…professor não é santo e nem herói quando vamos ao médico se ele é um ortopedista e estamos com dor na garganta ele simplesmente diz marque uma outra consulta no otorrino e pronto. Porque só o professor tem que saber tudo, nunca pode errar tenho que ter um conhecimento amplo. Meu Deus em que mundo estamos vivendo ???

  17. luzgomes17 July 12, 2013 at 6:20 pm #

    O professor não faz milagrs, hoje ele tem multiplas funções, dar aulas show com giz e lousa e ainda ser o educador. Discordo em todos os sentidos que ele deve cumprir inúmeros papéis. E falar comodismo, se tem alguém que não se acomoda é o professor.

  18. Raquel Durães July 12, 2013 at 6:20 pm #

    Uma pesquisa significativa da UNE comprova que a maioria dos professores são incapazes para estar em sala de aula. Reflexo que comprova-se por má formação de alunos e defasagem pedagógica.

    • fernandesdayane July 12, 2013 at 6:29 pm #

      Poderia falar mais a respeito Raquel? Pra clarear um pouco mais usa opinião: baseando-se na sua fala poderia-se dizer que você então concorda que o professor seja acomodado por ser “incapaz para estar em sala de aula”, e que consequentemente é culpa dele a “má formação de alunos e defagem pedagógica”?

      • lidianerosa2010 July 12, 2013 at 6:33 pm #

        Nossa… se os professores são incapazes, como diz o comentário da Raquel, então quem é capaz???? Maus profissionais existem em todas as profissões: médicos, psicólogos, engenheiros, pedreiros… não é mesmo?

      • Raquel Durães July 12, 2013 at 6:43 pm #

        Dayane, conheço “colegas” de profissão que sequer sabem diferenciar o Ç pelo S e cometem erros gramaticais básicos esdrúxulos . Muita gente opta pela Licenciatura por ser um caminho supostamente mais curto e pensa ser mais fácil… Outra pesquisa aponta que, os profissionais que não obtiveram êxito em outras profissões recorreram ao Magistério, isso no BRASIL, em outros países para ser professor é preciso ter maior competência e gabarito que os demais profissionais de qualquer área. #Reflita

    • diegoteodoro July 12, 2013 at 6:50 pm #

      Qualquer um que conheça a rede pública, principalmente, já observou que a maioria dos profissionais da educação são incompetentes. Se não fossem os baixos salários e as condições precárias grande parte dos professores não estariam em sala de aula.

      • diegoteodoro July 12, 2013 at 6:52 pm #

        Pessoas mais capacitadas tomariam o lugar.

  19. lucianabatista2 July 12, 2013 at 6:20 pm #

    Sou contra porque essa imagem idealizada do professor está generalizada de uma forma que o professor não tenha como se defender. O sistema de ensino na educação pública é um dos fatores responsáveis por esta figura do professor sendo que este não tem respaldo nenhum quando realmente decide fazer seu trabalho.

  20. marcirej July 12, 2013 at 6:19 pm #

    O problema sempre é visto como a incapacidade está no outro, sem assumir a responsabilidade de melhorar as condições de um trabalho mais humano…

  21. megamegaluci July 12, 2013 at 6:18 pm #

    Totalmente contra. É uma questão cultural, enquanto eles enaltecem bundas e crimes, o professor luta para plantar uma semente de esperança em alunos desinteressados.

  22. julianazsm July 12, 2013 at 6:15 pm #

    Sou publicitária, e neste caso, totalmente contra o que a mídia impõe.
    Cada pessoa que fala algo do tipo deveria entrar em sala de aula pelo menos por um dia e tentar resolver este problema por si só também. uhun? e Aí?

  23. cidazevedo July 12, 2013 at 6:15 pm #

    Sou contra essa ideia de ver professor como “herói”, que vencerá contra tudo e contra todos. A educação é um processo conjunto – família, escola, estado, todos são responsáveis. Mas colocam tudo em cima das costas do professor.
    Por outro lado, creio que profissionais acomodados existem em quaisquer profissões, e sempre acabam criando uma imagem enganosa da classe como um todo.

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