VIII USP-ESCOLA ATIVIDADE 1

30 Jun

O texto abaixo foi retirado de um texto acadêmico que revisa estudos sobre o livro didático de línguas. Leia-o e faça o que se pede:

“Alguns linguistas aplicados brasileiros acreditam que o livro didático, em geral, e o de língua estrangeira, em específico, assume a posição de autoridade do saber tanto para os professores quanto para os alunos (Souza, 1996) pois cria paradigmas norteadores do ensino, a hierarquização do saber, a seleção e organização de conteúdos, a divisão entre os níveis. Mesmo com o uso cada vez mais frequente das tecnologias da comunicação e informação nos ambientes educacionais, os livros didáticos ainda são um referencial muito forte para os alunos, professores e estabelecimentos de ensino.” (da Silva, 2010:211-212).

da Silva,R.C.(2010). Estudos recentes em linguística aplicada no Brasil a respeito de livros didáticos de língua estrangeira. Revista Brasileira de Linguística Aplicada 10,1,207-226.

Dê 2 exemplos de sua experiência profissional que ilustrem  a posição acima: um de sua prática pedagógica e outro da escola em que trabalha.

58 Responses to “VIII USP-ESCOLA ATIVIDADE 1”

  1. Arian July 1, 2014 at 5:26 pm #

    A implantação do Currículo do Estado de São Paulo proporcionou a unificação da matriz e deixa a disposição dos profissionais
    da rede os tópicos norteadores a serem trabalhados. Desta forma, os professores podem inovar dentro desta proposta diversificando
    suas aulas e, para isto, faz-se necessário o planejamento e o estudo sobre os assuntos a serem tratados.
    Na escola, os livros didáticos são renovados a cada 02 anos mas, nem todas as disciplinas os exploram amplamente.
    Na minha prática observo a necessidade de diversificar as fontes para que os alunos se interessem e o objetivo seja alcançado
    mais satisfatoriamente.

    Celina Maldonado

    • elapnobrega July 2, 2014 at 12:31 am #

      É bem interessante o que foi pontuado por Celina Machado em que ela relata diversificar as fontes a serem utilizadas em suas aulas, com isso, é possível melhorar algumas das propostas solicitadas pelo currículo do Estado de São Paulo.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:38 am #

      Você poderia me dar um exemplo concreto de diversificação das fontes? Fico pensando se não é substituir um LD , todo ou parte dele, ou algum exercício apenas, por outro LD com a mesma conceção de ensino, de aluno, de língua, de professor. Isso seria realmente mudança?

      • elapnobrega July 2, 2014 at 3:11 pm #

        Seria interessante diversificar esses modelos e que estes estejam relacionados a um exemplo real, e até mesmo modificá-lo para que se torne funcional, para que o aluno veja significado.

  2. teachernc June 30, 2014 at 6:10 pm #

    O livro didático nunca é completo ou apropriado pois, não apresenta conteúdo adequado aos nossos alunos, que não conseguem se “ver” nas situações mostradas nas lições e atividades propostas. Faz-se necessário, sempre, a complementação do conteúdo apresentado com jogos ou recursos visuais, preferencialmente ilustrando situações da nossa realidade. Quanto às TICs, muitos livros didáticos para o ensino da língua estrangeira ainda tem conteúdo defasado em relação às informações e recursos disponíveis na Internet, aos quais a maioria dos alunos tem acesso. Aproveito para deixar uma frase que tomei conhecimento hoje: “A Pedagogia é o motorista, a Tecnologia é o acelerador”. Abraços a todos (não estou no curso desta vez…). Neusa Cesar, teacher

    • elapnobrega July 2, 2014 at 12:35 am #

      Concordo com Neusa Cesar quanto ao relato de que o livro didático não é completo ou apropriado, uma vez que o mesmo em sua maioria ou até mesmo totalidade não traz um situação real do uso da escrita e sim pequenos fragmentos artificiais e imaginários.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:36 am #

      Que bom te ler , Neusa? Como vai?
      Gostei muito da frase e perguntaria a você e ao grupo. O que mais pode ser o acelerador?

      • teachernc September 18, 2014 at 6:34 pm #

        Motivação, também, é um grande acelerador.
        Abs, Neusa

  3. priscillaparente June 30, 2014 at 5:19 pm #

    Quanto à prática diária em sla de aula, faço uso sim do material didático tanto como norteador como facilitador das aulas, porém não a única ferramente. Já quanto à escola pública, temos uma liberdade em segui-lo ou não; entretanto, para a escola privada é imprescendível usar e terminar com o conteúdo do livro até a conclusão do ano letivo.

    • Adriana Aparecida Oliveira July 1, 2014 at 5:00 pm #

      Concordo com você.
      O tempo de duas aulas é muito pouco para fazer um trabalho completo, por isso, temos que priorizar os assuntos mais importantes.

      • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:34 am #

        Concordo.

    • elapnobrega July 2, 2014 at 12:38 am #

      Pontuo assim como você que o professor é livre para fazer uso do material didático e vou um pouco mais além, é possível fazermos o uso e readaptarmos as atividades, de modo, a contemplar de forma significativa e real o uso da produção escrita.

      • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:33 am #

        Você poderia nos dar um exemplo de readaptação de material didático?

  4. SONIA MARIA BUNDSCHUH June 30, 2014 at 5:19 pm #

    Acho que depende muito do livro didático, pois ao meu ver o livro que estamos usando nas escolas estaduais desde 2008, que é chamado de caderno do aluno, não condiz muito com a realidade atual dos alunos. Os assuntos são defasados e a gramática é meio jogada, aparecendo apenas em algumas pinceladas em algumas páginas. A ênfase está mais na leitura e interpretação de texto, onde os alunos deveriam ter um vocabulário mínimo, um conhecimento básico de gramática e um pouco do domínio da escrita em inglês. Pela minha experiência pessoal nos últimos anos, a partir do momento que somos obrigados a usar esse caderno do aluno, o ensino do inglês está um pouco defasado, só consegue acompanhar mesmo, quem faz curso de inglês fora da escola, pois quem só tem aulas de inglês na escola pública, a realidade é bem diferente. Nós professores nos matamos para explicar a matéria nas classes, temos que ler e ou traduzir os textos, as questões e exercícios sobre os textos e fazer os exercícios com eles, senão não fazem ou sabem fazer nada sozinhos.
    Por um lado é bom ter um livro didático, pois todos os alunos ganham o caderno do aluno e temos como seguir um currículo único no Estado todo, mas por outro lado se tivermos só o caderno do aluno para seguir, o ensino fica mais fraco. Em algumas escolas, há livros didáticos também para cada série. fornecidos pelo Estado, que não são os cadernos dos alunos, no entanto, se temos que seguir esse caderno, o que já é difícil devido as condições de trabalho nas salas de aulas, geralmente lotadas, com muitos alunos indisciplinados e desinteressados, como vamos poder e ter tempo de usar o livro? Eu costumo usar os dois, o caderno do aluno e o livro didático, sendo este só de vez em quando e para reforçar alguns pontos gramaticais, que são melhores explicados nos livros. Eu costumo pegar outros tipos de materiais, tais como revistas, jormais, folhetos, músicas com as letras e outros textos e matérias da internet, etc. Acho que tudo depende da boa vontade, do esforço de cada professor, em cada caso e escola, ou turma diferente. Os livros didáticos são divididos por séries, ou seja, cada série do Ensino Fundamental ou médio, vai aprender um conteúdo e deveria ter uma continuação do mesmo no livro seguinte. Nas escolas estaduais, há muito mudança de professores e métodos diferentes de ensino, nem todos seguem o caderno do aluno ou algum livro didático, então fica difícil ter um acompanhamento da matéria direito.

    • Adriana Aparecida Oliveira July 1, 2014 at 4:57 pm #

      Infelizmente a apostila do estado está voltada para quem já possui uma bagagem em inglês e não é o que ocorre na realidade.
      Precisamos de uma apostila com uma abordagem voltada para a realidade do aluno de periferia ou interior onde investigue constantemente o conhecimento prévio do aluno.

      • Priscilla July 1, 2014 at 5:09 pm #

        Olá Adriana, eu discordo quando você diz que precisa “de uma apostila com uma abordagem voltada para a realidade do aluno de periferia ou interior onde investigue constantemente o conhecimento prévio do aluno”, se pensarmos assim… Nunca teríamos a oportunidade de apresentar aos discentes outras ou novos ângulos de se ver o mundo. Haja vista que a realidade deles já demasiadamente “dura” e para muitos sem nenhuma perspectiva de mudança.

      • Cláudia Moreira July 1, 2014 at 5:43 pm #

        Olá Adriana, eu gosto dos cadernos do Estado, pelo menos os de língua inglesa. O que me incomoda é o fato dos alunos não seguirem o caderno no decorrer dos anos/séries. Muitas vezes, alunos no 9º ano não sabem fazer exercícios que estão presentes no caderno desde o 6º ano.

      • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:27 am #

        COncordo com Priscila.
        Você concorda com a afirmativa dada para discussão? Dê exemplos.

      • Adriana Aparecida Oliveira July 3, 2014 at 12:46 pm #

        Gosto das apostilas do Estado em parte porque o ideal é ela está de acordo com o nível do aluno.
        Na minha escola depende muito do professor em utilizá-la; eu uso até o final ou até onde o bimestre permite.
        O problema é a defasagem dos discentes e o bom é o aumento de vocabulário que a apostila proporciona.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:31 am #

      Obrigada Sônia pela descrição da situação do ensino de língua inglesa no estado. Acho importante se avaliar o uso dos cadernos. Não sei sinceramente se há algum estudo sendo feito ( por acadêmicos ou pelo próprio governo) sobre as contribuições do uso dos cadernos para a aprendizagem da língua nesse período de utilização.
      O uso de outros materiais que não sejam LDs é interessante. Há muita coisa disponível para se criar material didático sem se recorrer a outros LDs, geralmente similares ao que adotamos na sala de aula.

  5. Andréia Castro June 30, 2014 at 5:18 pm #

    O livro didático é um dos instrumentos utilizados em sala de aula mesmo com a força que a informação tecnológica vem chegando ele ainda é um dos instrumentos importantes no ambiente educacional sendo ainda uma referência forte tanto para os alunos quanto para os professores.
    Não devemos jamais ficar presos somente a um único livro nós docentes devemos ter em mãos variados tipos de livro para que possamos pesquisar escolhendo aquilo que vem de encontro com as necessidades e dificuldades de nossa clientela.

    • Adriana Aparecida Oliveira July 1, 2014 at 5:03 pm #

      O livro diadático é apenas uma ferramente de apoio ao professor e nem sempre está totalmente de acordo com o currículo, por esse motivo, devemos utilizado apenas como um material de apoio.

      • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:19 am #

        Você poderia me dar um exemplo de LD que não está de acordo como o currículo totalmente?
        Se o LD é um material de apoio, o que mais o professor usa? O que constitui a base do curso?

      • lorilai76@bol.com.br July 2, 2014 at 2:31 pm #

        O exemplo de material didático que mais uso são as apostilas do estado e meus livros dos quais elaboro mihas aulas.
        O livro atual de inglês do estado está dexconexo com o currículo do estado.

      • Adriana Aparecida Oliveira July 2, 2014 at 2:38 pm #

        Além do livro didático do estado ser desconexo com o currículo proposto (como citei acima), o professor trabalha com o material que possui de acordo com a base do curso (competência leitora e escrita) para alunos de nível básico e intermediário.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:24 am #

      Esse comentário é para Andreia: Acho que o que você diz reforça mesmo a autoridade do LD:”ter em mãos variados tipos de livro para que possamos pesquisar”. É possível fazer algum material didático sem recorrer ao LD?

      • Adriana Aparecida Oliveira July 3, 2014 at 12:43 pm #

        Sim é possível utilizar a criatividade para elaborar novas atividades mais interessantes que o LD, às vezes, limitado.

  6. Daniela Carvalho June 30, 2014 at 5:15 pm #

    Um exemplo clássico que reforça a ideia da colocação lida é que sempre, ou geralmente, acabamos nos organizando – em termos de programa e/ou de sequência didática – de acordo com a própria organização do material didático. Somos levados a organizar o nosso curso, de acordo com uma sequência didática previamente ditada pelos materiais de ensino. A própria Proposta Curricular do Estado organiza-se dessa maneira e, de certa forma, limita os professores. No caso de minha prática pedagógica, procuro reorganizar o conteúdo após uma análise das necessidades dos alunos e de assuntos de interesse. Então acabo por “burlar” um pouco a sequência proposta pela ementa do curso ou ainda o plano de ensino (plano esse que reflete a organização sugerida pelos livros). Tenho essa liberdade no meu local de trabalho e, tudo isso é negociado com os alunos e justificado, pautado. Procuro deixar bem claro os objetivos da disciplina em questão e propor novos caminhos, sempre pedindo aos alunos que participem das escolhas, ainda que as opções sejam, algumas vezes pré selecionadas por mim. Um exemplo claro disso foi na disciplina de Produção Oral em que, devido a ter dois grandes grupos em sala de aula (alunos fluentes e alunos básicos), optamos em conjunto por dividir a classe e fazer duas aulas distintas. A sequência oferecida pelo material foi totalmente readaptada e editada, ou ainda deixada. Outro exemplo ocorreu em uma nova turma em que os alunos optaram por seguir o programa tal qual estabelecido e a ordem didática oferecida pelo material por considerarem uma via mais segura. Não interferi na escolha dos alunos nesse momento por entender que, fazer um trabalho mais tradicional e linear com essa turma seria uma boa experiência. E assim o foi. A instituição sempre deu suporte a esse processo.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:18 am #

      Como você readaptou, editou o material didático (no caso deve der sido o LD) nessa disciplina? Você recorreu a outros LDs para fazer modificações no livro que você estava usando?

      • Daniela Carvalho July 2, 2014 at 1:16 pm #

        Acabei utilizando outros LD e criando novas atividades, de acordo com as necessidades dos alunos. Aproveitando a proposta ou temática do LD, criei novos exercícios. Em outras oportunidades, acabei descartando o MD e criando e fazendo recortes de outras atividades e textos.

      • Daniela Carvalho July 2, 2014 at 3:04 pm #

        Um exemplo concreto disso foi a exploração de um texto de um blog real sobre experiências de viagem, a exploração desse texto com leitura colaborativa e discussão do tema de forma oral em Língua Inglesa, os alunos mais fluentes exploraram ao máximo o texto (posso postar o texto se for o caso) e com base nisso criaram exercícios para os próprios colegas para trabalhar com a questão de vocabulário, uma vez que a discussão já havia cobrido a parte de como os conteúdos do texto dialogavam com a realidade dos alunos e que contribuições esse oferecia em termos de reflexão. Com os alunos menos versados na língua trouxe alguns recortes de LD de cursos de idiomas e com base nisso suscitamos pequenas discussões com base nas experiências pessoais dos alunos. Algumas atividades foram criadas utilizando o Power Point e transformando alguns listenings, aplicando-os de outra maneira.

  7. Gislaine June 30, 2014 at 5:13 pm #

    O “Caderno do aluno” formulado para ser usado nas escolas estaduais tem norteado o meu trabalho pedagógico e vinculado ao livro didático possibilita uma organização do conteúdo a ser trabalhado. Muitas vezes, o livro didático de uma determinada série aborda temas de um outro “Caderno” assim é preciso fazer a conexão entre eles.
    A escola recebe os “Cadernos do aluno” e os livros didáticos e solicita aos professores que utilizem da melhor maneira e com constância.

    • Cláudia Moreira July 1, 2014 at 5:15 pm #

      Gislaine, eu também intercalo as atividades do caderno do aluno com as do livro didático, mas nem sempre temos o conteúdo que precisamos no livro, nesses casos acabamos recorrendo à outros livros e não usando apenas um.

      • Gislaine July 1, 2014 at 5:57 pm #

        Verdade Claudia, o nosso trabalho envolve bastante pesquisa para poder encontrar aquilo que está no nosso plano de ensino e a necessidade do nosso aluno.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:13 am #

      Então pelo que você escreveu, o LD , que no estado assume a forma de “Caderno do aluno”, possui muita autoridade na sala de aula?

      • Gislaine July 3, 2014 at 8:39 am #

        Ao dizer pesquisa eu não me limito apenas ao livro como fonte, embora exista, por parte da escola, a cobrança para o uso do material eu busco diferentes suportes para contemplar o currículo.

  8. Eliana Miguel June 30, 2014 at 5:11 pm #

    Com referência a escola, o livro também assume essa posição de autoridade do saber, o qual esta realiza a entrega dos livros para os alunos no início das aulas com muita prioridade.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:10 am #

      Você quer dizer que o fato de o LD ser entregue na escola, ou seja, comprado pelas autoridades governamentais e dado à comunidade escolar o faz assumir uma posição de autoridade do saber?
      Isso é bom ou ruim a seu ver?

  9. Roberta Maria de Souza June 30, 2014 at 5:10 pm #

    Realmente os livros didáticos impõem uma hierarquia de conteúdos e teorias metodológicas, isso se vê claramente quando vamos realizar o planejamento que norteará o ano letivo, pois os recursos que temos até então é o livro didático. Posteriormente o utilizaremos como ferramenta para sequências de atividades em nossa rotina semanal, entretanto não há motivos para ficarmos presos a este material. Podemos pesquisar, enfim procurar meios para fazer as aulas de forma diferente do determina o livro didático.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:08 am #

      Você poderia dar exemplos seus, ou de seus colegas professores de inglês e da sua escola que procuraram meios de dar aulas de forma diferente do LD?

  10. roseli June 30, 2014 at 5:07 pm #

    Roseli Caraíba
    Junho/2014

    Quando atuei em sala de aula o livro didático funcionava como um auxiliar para o aluno. O mesmo ocorria com meus colegas de trabalho. Nós trocávamos experiências, idéias e até mesmo as atividades extras.
    Muitas vezes conseguíamos despertar o interesse daqueles que diziam ser um perda de tempo tal disciplina .
    Acredito que a maioria que ainda pensa tal qual apresentado no texto em questão deve-se ao fato de que muito se fala em respeitar isto ou aquilo, mas os vestibulares provam o contrário.

    • Adriana Aparecida Oliveira July 1, 2014 at 5:10 pm #

      O vestibular é conteudídta e não dá para fugir desta realidade porque devemos trabalhar os conteúdos de forma dinâmica o que nem sempre é fácil.

      • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:04 am #

        Me desculpe mas não entendi. O fato de o vestibular e, consequentemente a escola ser conteudista , isso implica em um trabalho dinâmico como os conteúdos? Não seria o contrário: quanto mais conteudista a escola, mais tradicional , menos dinâmica ela seria na exposição, explicação, trabalho com esses conteúdos?
        O que você quer dizer por dinâmico?

      • Adriana Aparecida Oliveira July 2, 2014 at 2:41 pm #

        O meu objetivo é tornar as minhas aulas dinâmicas e não sei como.
        Aula dinâmica é aquela que desperta o interesse do aluno e os conteúdos são voltados para a prática, ou seja, interagem na vida do aluno.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:06 am #

      Não entendi o último parágrafo do seu comentário.
      Você poderia me dar um exemplo concreto de atividades, ideias que vocês tiveram e trocaram?
      Elas eram baseadas em algum LD? ou não?

  11. Cláudia Moreira June 30, 2014 at 5:07 pm #

    É importante o trabalho com o livro didático, pois é um material repleto de textos, informações, atividades, exemplos e ilustrações. Na escola em que leciono os alunos ficam encantados ao receber o livro didático de língua inglesa, muitas vezes, percebo que eles começam a estudar e aprender sozinhos, por isso, peço para eles realizarem algumas atividades em casa.
    A maior dificuldade que tenho em relação ao livro didático é o fato de não ter um espaço na escola para o aluno deixar o livro, alguns alunos acabam esquecendo o livro em casa.
    Geralmente, além do livro didático específico daquela classe/série, seleciono outras atividades de livros didáticos de diversos autores e editoras, de acordo com o conteúdo que estou trabalhando em sala de aula.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 11:01 am #

      Posso entender então que o LD é o norte, é o guia da sua aula seja aquele adotado oficialmente seja outros que você utiliza como fonte?

      • Cláudia Moreira July 2, 2014 at 12:27 pm #

        O material de apoio mais usado em minhas aula é o “caderno do aluno”, porém ele é carente de exemplos, textos e atividades, por isso, complemento com atividades retiradas de Livros didáticos.

  12. Eliana Miguel June 30, 2014 at 5:06 pm #

    Realmente o livro didático para o professor e para o aluno assume um posição de autoridade do saber, principalmente na língua inglesa.
    Em minhas experiências realizadas em sala de aula na disciplina de Inglês, eu costumo utilizar o livro didático como fonte de pesquisa de exercícios e textos. Não o utilizo com o aluno, porque na maioria das vezes eles não trazem os livros.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 10:59 am #

      Por que os alunos não trazem o material? É possível ser feito algo para tentar minimizar isso?
      Mas se você usa o LD não adotado oficialmente para preparar material (fonte de pesquisa de exercícios e textos ) você o utiliza na sala também com os aluno, não é?

  13. Priscila June 30, 2014 at 4:42 pm #

    O livro didático ainda é o maior norteador do trabalho do professor em sala, e muitas vezes o professor fica atado ao livro fazendo com que todo o processo ensino aprendizagem corra baseado no livro. Na minha prática pedagógica, por diversas vezes,
    me vi obrigada a seguir o material didático sem brechas para abrir algum tópico além do que está nele para aprofundar algum conhecimento necessário por ter a obrigação de cumprir todo o livro.
    O material didático é o material de apoio para dar suporte ao professor, mas não prender como se fosse uma corrente, sem chances de intervenção do professor.
    Na rede estadual, especialmente na escola em que atuo, o professor deve cumprir o currículo baseado no material didático, ou apostila, mas tem a liberdade de interferir
    no processo do uso do livro, buscando outros meios como apresentações de slides e também material preparado por eles mesmos.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 10:55 am #

      Ñão entendi essa parte do seu comentário: me vi obrigada a seguir o material didático sem brechas para abrir algum tópico além do que está nele para aprofundar algum conhecimento necessário por ter a obrigação de cumprir todo o livro.
      Me dê exemplos de intervenção no uso do LD que vc já tenha realizado.

      • Priscila July 2, 2014 at 12:42 pm #

        Certa vez, em uma escola privada, para cumprir o LD, sem deixar nada sem fazer, tive que “deixar passar” um ponto que seria interessante para os alunos se aprofundarem. A aula ficou rasa e sem significado real, apenas focando em vocabulário.
        Indo contra a escola, no bimestre seguinte decide fazer as intervenções necessárias ao livro didático, tirei um exercício de leitura raso por um debate real. Senti que os alunos tiraram um significado maior do texto lido, e na hora da escrita eles tiveram chances maiores de internalizar uma lição real dele.

  14. Adriana Aparecida Oliveira June 30, 2014 at 4:29 pm #

    O livro didático é ferramenta de apoio e não deve ser a única ferramenta utilizada em sala de aula.
    No entanto, nenhum livro didático é completo; devemos usar vários livros didáticos de acordo com as necessidades de cada turma.
    Quando a escola adota um livro, este deve ser seguido pelos alunos, mas não o único meio.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 10:53 am #

      A pergunta que lhe faço é a seguinte: você busca outros LDs com que objetivo? Por exemplo, você usa vários LDS para achar exercícios diferentes para ensinar um determinado tópico? esses exercícios são similares em termos de concepção de língua, por exemplo?

    • Adriana Aparecida Oliveira July 2, 2014 at 2:46 pm #

      Os LDs que uso trazem exercícios diversificados para trabalhar o que realmente quero.
      Gosto de trabalhar com traduções porque assim o aluno é desafiado a expor seu próprio estilo.
      Já os exercícios de gramática são behavioristas, por isso, estou a procura de novos livros com novas abordagens.

  15. elapnobrega June 30, 2014 at 3:29 pm #

    Na minha experiência profissional, utilizo o livro didático como um norte, para que eu possa segui-lo, mas não o utilizo como uma única forma de ensino-aprendizagem, muitas vezes faço modificações ou ajustes dependendo da turma que estou lecionando. Na unidade escolar em que trabalho, ocorre da mesma forma, somos orientados que o livro didático não é o único instrumento para o ensino, e sim um auxílio.

    • mmferreira72 July 2, 2014 at 10:49 am #

      Você poderia nos dizer que ajustes você faz? que motivos a levam a fazer modificações na utilização do LD?

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